Descupinização no Brooklin Novo

Descupinização no Brooklin Novo; com técnicas especializada no controle de cupins e extermínio de colônia de cupins de solo e madeira seca, há descupinização no Brooklin Novo é uma das forma mais usada para combater a infestação de cupins através de técnicas específica e métodos eficaz com barreira química que é o processo utilizado para matar e eliminação os acesso as estrutura dos imóvel. Nossas equipe de controle de cupins são treinada para identificar qual espécie e a forma de tratamento de cada uma delas. Os cupins causa um grande prejuízo em pouco tempo, para isso nossa empresa conta com atendimento técnico para atendê-los com máximo de rapidez. Serviços de descupinização no Brooklin Novo, dedetização e desratização com atendimento 24 horas todos os dia da semana, incluindo Sábados Domingos e feriados. Não tenha medo de chama, oferece um orçamento no local sem nem um custo, os técnicos que realiza a vistoria são trenado e capacitado para informa todo o processo do serviço a ser realizado sem custo, o orçamento é grátis, na execução de serviço o pagamento é facilitado em ate 3x no cartão o cheque. A descupinização é necessária quando detectado um foco de cupins, sejam eles de solo, broca ou madeira. Quando identificada a espécie vem a escolha dos produtos adequado para aquele tipo de cupins, os inseticidas para descupinização são comercializado e permitido para empresas licenciadas nos órgão competente. A escolha dos inseticidas para descupinização, bem como a dosagem certa para sua aplicação, é feita pelo químico responsável da empresas especializadas após a identificação da espécie do cupim há ser combatida. Na descupinização, faz-se necessário uma vistoria técnica ao local para identificação da espécie de cupins, após a avaliação e identificação, o técnico informa a espécie e o procedimento a ser realizado e o produto que vai se aplicado no combate dos cupins, só após a aprovação do cliente, será agendado ou executado o serviço. Oferecemos as melhor  técnica de aplicações de calda cupinicida sem sai de casa e com menor  custo beneficio do mercado de descupinização e ate 2 anos de garantia aos nossos cliente. A descupinizadora no Brooklin Novo é uma empresa certificada pela  (Vigilância Sanitária), que trabalha conforme as norma exigida, todos os serviços executado pela nossa empresa, o cliente tem os seguintes documentos, certificado de garantia, laudo técnico com as informações dos locais tratados , ficha técnica dos produtos no qual utilizamos, toda calda cupinicida é preparada pelo  químico responsável da empresa.

O MIAO PROBLEMA COM OS CUPINS? IDENTIFICAR NO INICIO.

Os cupins formam colônias em local difícil de identificar próxima a fonte de alimento e água sempre procura local escuro para fez sua colônia. O controle de cupins exige técnica, extremos cuidados e conhecimento do inseto, sempre quando for chamar uma empresa de descupinização procure quem tem conhecimento do inseto e técnica no combate de cupim. A descupinizadora Universo investe em produtos de qualidade, equipamentos de  ultima geração  e conhecimento técnico de alta qualidade  para o combate de cupins e brocas, alem de produtos e equipamentos adequados, são utilizadas técnicas diferenciadas e bastante critério na execução dos tratamentos alem disso é necessário mais um pouco de atenção, o fator principal para um trabalho de descupinização bem sucedido e eficaz, está na vistoria das áreas atacadas e locais que são propícios a infestações destas pragas. Em função disso este trabalho é desenvolvido por técnicos que avaliam a estrutura a ser imunizada com estratégia de controle que podem envolver os madeiramentos, dutos elétricos, caixões perdidos, solo, paredes, etc. Pensando na garantia e tranqüilidade de nossos clientes, seu bem maior é o seu patrimônio, pensando em você a Universo descupinizadora tem investido em conhecimento e novas tânicas de combate.

REVOADA DE CUPINS.

A revoada dos cupins está relacionada com fatores como calor e alta umidade do ar conhecidos como siriris ou aleluia. Por isso, é normal haver revoada durante a primavera e o verão. Ela acontece geralmente no final da tarde e à noite, quando os cupins alados são atraídos por fontes de iluminação artificial. Assim, é comum, em dias quentes e úmidos, que nossas casas se encham de aleluias, quando o sol se põe e deixamos as luzes acesas. A Universo decupinizadora do Brooklin Novo alerta a presença de pragas urbanas em especial os cupins. Com a descupinização conseguimos controlar os danos ao patrimônio, muitas vezes incalculáveis, podendo levar a destruição completa das edificações. O seu ataque é invisível e quando percebido já esta avançado com vários foco espalhado.

CUPINS ARBÓREOS.

O cupim arbóreo é da família TERMITIDAE, subfamília NASUTITERMITINA e do Gênero NASUTITERMES SP. São insetos sociais que nidificam em postes, cercas, muros, árvores e atacam madeiras presas à alvenaria ou que mantenham contato direto com o solo. Nas edificações, podem construir túneis ou galerias em componentes como: telhados, paredes, colunas, etc. Além de deteriorar a madeira em uso, são encontrados atacando árvores, nas quais fazem ninhos externos e bem visíveis. São bem diferentes fisicamente dos cupins subterrâneos (Coptotermes), pois enquanto estes são de cor bem clara, os cupins arbóreos (Nasutitermes) são de tonalidade escura, quase preta, além de formarem trilhas e ninhos externos de fácil identificação. Quando se encontra cupins em área urbana em um bairro de cidade, logo vem a mente a associação de destruição em móveis, quando vamos compra um imóvel nossa preocupação se tem cupins no bairro ou seja todo que tem cupins não tem valor, porém os cupins trabalha em partes que não visíveis e os estragos e prejuízos  que causando em redes elétricas e telefônicas são enormes em valores econômico. A cidade de São Paulo foi surpreendida pelo ataque de cupins nas árvores do parque do Ibirapuera trazendo vários problema para os visitante do parque, mais famoso da cidade de SP. O parque do Ibirapuera em São Paulo recebe nos finais de semana milhares de pessoas de todas grande SP, que vem visitar ou praticam esportes, apesar de tanta circulação de pessoas neste local nem se aperceberam desta infestação enorme de cupins na árvores do parque Ibirapuera.

CUPINS DE MADEIRA SECA.

É popularmente chamado de “cupim de madeira seca” (CRYTOPERMES BREVIS) por gostar de celulose com menos umidade. Ele ataca desde a estrutura do telhado até os móveis, a colônia se desenvolve dentro da peça atacada, alimentando da madeira e abrindo galerias. Caso se trate de cupim de madeira seca ou broca, é possível fazer um tratamento corretivo em local atacado, preventivo em locais não atacado.

CUPINS SUBTERRÂNEOS.

Os cupins subterrâneos são assim denominados por construírem seus ninhos no solo. De fato, estes cupins também podem construir seus ninhos em vão estruturais, como: caixões perdidos em edifícios, vãos entre lajes, paredes duplas, ou qualquer outro espaço confinado que exista em uma estrutura, seja ela uma residência, indústria ou comércio. Por esta razão, a denominação cupim subterrâneo não é a mais correta quando se trata deste grupo de cupins. No entanto, dada a universalidade da descrição. A única restrição reside no fato de que devemos nos lembrar que, além do solo, os cupins subterrâneos podem construir seus ninhos em vãos estruturais. Esta é uma característica que os diferencia dos cupins de madeira seca, cujos ninhos estão confinados à madeira infestada.

DESCRIÇÃO.

O Coptotermes havilandi é a espécie de cupim subterrâneo invasora de estruturas no meio urbano de maior importância econômica no Brasil. No Brasil, acredita-se que o C. havilandi foi introduzido em 1923, através de importações de materiais infestados que chegaram por cidades portuárias. O soldado desta espécie apresenta a cabeça arredondada, de cor amarelo claro, com mandíbulas proeminentes e  são dotadas de um poro localizado atrás das mandíbulas, conectado a uma glândula cefálica, chamado de fontanela. Esta glândula produz um líquido viscoso, do tipo cola, que é usado para defesa, sendo excretado em grande volume (proporcionalmente) quando encontram-se em perigo. Os ninhos são volumosos e, normalmente, quando não construídos no solo, encontram-se em locais ocultos e úmidos tais como porões, caixões perdidos, paredes e lajes duplas, frestas em construções, poços de ventilação e de elevadores, espaços vazios abaixo do pisos, caixas de eletricidade e telefonia, etc. Este cupim não necessita de contato com solo para se desenvolver, desde que tenha contato com a água (há casos de infestação em prédios apenas nos andares mais altos). No entanto, o foco principal pode estar no próprio solo. Uma das principais características deste cupim é que não estão restritos à peça atacada, podendo infestar domicílios, árvores ornamentais, madeiras em geral (parques, jardins). Árvores ornamentais podem servir de excelentes abrigos para cupins, contendo colônias no interior do tronco ou abaixo das raízes. Para passar de um local a outro, a procura de alimentos, os operários fazem túneis no solo. Quando se deparam com ambientes abertos, os cupins operários utilizam fezes e partículas de solo cimentadas com saliva, na construção de galerias de comunicação, formando longos túneis que os protegem do ataque de inimigos naturais e da perda de umidade. Estes túneis são o principal sinal de ataque por cupim subterrâneo em estruturas e podem estar camuflados pela infinidade de espaços e frestas que permeiam as edificações, tais como juntas de dilatação, rachaduras, conduítes elétricos e telefônicos, frestas de instalações hidráulicas ou de ar condicionado e prumadas de esgoto, típicas de prédios. etc. Estes cupins são tão vorazes que chegam a fazer 30 a 50 metros de galerias à procura de alimento.Também apresentam um comportamento ávido por espaços vazios, o que facilita a infestação de grandes construções ou instalações como caixas de luz, onde a madeira que suporta as chaves elétricas ou relógios de medição ficam protegidas do ambiente externo pelo vidro colocado nas caixas. O preenchimento dos espaços vazios é rápido e mesmo que não haja frestas, se o reboque se apresentar fresco ou estiver fraco, os cupins podem remover os mesmos da parede e construir a colônia. Os ninhos são construídos da mesma maneira que as galerias, ou seja com o uso das fezes úmidas que são colocadas uma sobre a outra, formando estruturas tipicamente do tipo cartonado, repleto de galerias internas. O crescimento da colônia é muito mais rápido do que o crescimento da colônia de cupim de madeira seca. Ele se instala, nas fundações das construções, gostam de umidade, calor, restos de madeira enterrada e proteção à luz. A partir desse fato, os indivíduos da colônia se dispersam pela construção por meio de fendas, juntas de dilatação, conduítes de fiação elétrica, blocos vazados, construindo túneis com a própria saliva mascada com terra ou areia. Perfuram fios, concreto, e tijolo até atingir a madeira, que pode estar num batente de porta, rodapé ou no fundo de um  armário embutido. Uma colônia dessas pode atacar vários pontos de uma casa a partir de um único ponto. Construírem seus ninhos no solo, em vãos estruturais, como: caixões perdidos em edifícios, vãos entre lajes, paredes duplas, ou qualquer outro espaço confinado que exista em uma estrutura, seja ela uma residência, indústria ou comércio. Vale a pena lembrar que, além do solo, os cupins subterrâneos podem construir seus ninhos em vãos estruturais. Esta é uma característica que os diferencia dos cupins de madeira seca que se alojam somente em madeiramentos, cujos ninhos estão confinados à madeira infestada. Quem tem que sair da sua casa, são os cupins e não você!

COMO SE PROTEGER DOS CUPINS.

Para identificar a existência de focos de cupim é necessário vistoriar os locais escuros e/ou úmidos. Tais como partes superiores de armários, porões, sótãos, onde se guardam produtos não freqüentemente manuseados, fazendo-se uma vistoria a cada três meses. Isso para que se possa tomar medidas preventivas ou de combates, amenizando os prejuízos ou a perda total de peças infestadas, quando se verifica a presença de pó granulado ou túneis que se estendem de um ponto para outro que estejam saindo de rodapés, portas, portais, bocais de luz, interruptores, lajes, rebaixamento de gesso, jardineiras, janelas.

PREVENÇÃO.

Uso de madeiras tratadas durante a construção do imóvel ou montagem dos móveis; Colocação de telas (20 mesh) para prevenir a entrada de alados nas áreas internas da estrutura; Proteção da superfície exterior das madeiras com tintas, vernizes ou outras coberturas apropriadas, com o objetivo de tapar frestas e rachaduras onde os cupins possam se alojar. Inspeções periódicas em armários, madeiramento do telhado e outras estruturas; Não transportar móveis e objetos infestados;

ETAPAS DO TRATAMENTO EM DESCUPINIZAÇÃO (CUPINS DE SOLO).

No caso de cupins de madeira seca, o tratamento direto na peça atacada, injetando-se uma solução cupinicida nas galerias que formam o ninho do cupim que é efetivo para o controle da infestação, pois a colônia encontra-se restrita à peça atacada. Já no caso de cupins subterrâneos, a colônia encontra-se fora do local de ataque. Desta maneira o tratamento da peça atacada não é suficiente para controlar a infestação, pois os cupins simplesmente podem migrar e atacar outro local ainda não tratado. Assim, duas alternativas podem ser adotadas para o controle de cupins subterrâneos: o uso de uma barreira química ao redor da estrutura ou uso de iscas atrativas colocadas no solo. A barreira química nada mais é do que o tratamento do solo imediatamente adjacente à estrutura com o objetivo de evitar com que o cupim encontre frestas de acesso à mesma, havendo necessidade de se tratar tanto o solo abaixo da estrutura (interior) quanto ao solo ao seu redor (exterior), próximos à fundação da estrutura. As intervenções necessárias para se fazer este tratamento em estruturas envolvem um trabalho intensivo, apresentando muitas vezes necessidade de se furarem pisos e paredes. Desta maneira, as melhores oportunidades para se tratar cupins aparecem durante as reformas de imóveis, quando se tem maior liberdade para realizar as intervenções necessárias. Outra oportunidade a ser considerada é o tratamento do solo durante a construção do imóvel, prevenindo-se assim futuros ataques.

APLICAÇÕES NO INTERIOR DA ESTRUTURA.

Para se atingir o outro lado da fundação, é necessário tratar o solo abaixo da estrutura, injetando-se o produto através do piso de cimento, no interior da estrutura. O tratamento de solo no interior da estrutura só é possível com o estabelecimento de furos verticais através do cimento próximos às paredes estruturais. O tratamento apropriado de estruturas de cimento envolve a aplicação da solução cupinicida em áreas onde os cupins podem entrar na estrutura através do cimento, através de juntas de expansão, falhas no cimento e aberturas através de encanamentos, ou elétricos.

CONTROLE DE CUPINS.

Descupinização com tratamento em madeiramento – Serão feitas furações estratégicas para injeção do inseticida no madeiramento. Após este procedimento, realiza-se uma pulverização externa, criando uma camada de proteção.

­- Barreira química – Paredes de alvenaria ou lajes de concreto são furadas com brocas especificas. O inseticida será injetado, impedindo a invasão e circulação dos cupins nas áreas tratadas.

Tratamento de conduítes – A aplicação será feita por meio de bloqueio com pó químico através de polvilhamento.

Tratamento de solo – Será através de injeção do solo com inseticidas, em uma trincheira de aproximadamente 30 cm de profundidade, ou com lanças que penetram o solo, em todo o perímetro da área infestada.

Pontos localizados – Consiste em aplicar a calda cupinicida diretamente no local afetado por injeção, tratando cada ponto separadamente.

SINAIS DE CUPINS.

Um dos sinais típicos de ataque de cupins subterrâneos são os caminhos que eles fazem sobre superfícies de alvenaria ou outro material. Feitos de terra, fezes e saliva, estes cupins constroem verdadeiros túneis que os protegem de predadores, perda de água e outros problemas. Outra diferença entre os cupins de madeira seca e os cupins subterrâneos, é que os operários destes podem transitar em outros meios que não a madeira, na busca por alimento. O cupim de madeira seca, ao consumir toda a madeira que o abriga, se não tiver acesso a outra madeira em contato com a primeira, condena a sua colônia a morte. A vida útil da colônia está, assim, ligada à duração da fonte de alimento. Os cupins subterrâneos, podendo sair da colônia em busca de alimentos, não têm este problema, dada a fartura de elementos a base de celulose que se encontram na natureza ou nas proximidades do próprio ninho.

BROCA.

São besouros, portanto insetos e têm vida isolada e pertencem à ordem Coleóptera. Estes insetos são chamados xilófagos, pois se alimentam do lenho da madeira (tecido xilemático) em pelo menos um estágio de seu desenvolvimento. Muitas vezes as infestações de cupins e brocas acabam sendo confundidas, já que assim como os cupins, as brocas de madeira também criam pequenos buracos na madeira por onde saem resíduos. Esses besouros furam a madeira em busca de alimento e abrigo. Apresentam os seguintes estágios; ovo, larva, pupa e adulto. São as larvas que atacam as madeiras para se alimentar. Preferem peças de vime ou cipó, que são menos resistentes. O Cupim é um inseto da ordem Isoptera, que contém cerca de 2.800 espécies catalogadas no mundo. Esses insetos são mais conhecidos por sua importância econômica como pragas de madeira e de outros materiais celulósicos, ou ainda pragas agrícolas, entretanto, apenas cerca de 10% das espécies conhecidas de cupins, estão registradas como tal. A maioria das espécies de cupins vive nas regiões tropicais e subtropicais, com algumas poucas se estendendo até latitudes mais elevadas. Aparentemente inofensivos, os cupins perdem as asas, caem no solo, juntam-se em pares e iniciam a busca em alguma parte do ambiente humano para a construção de um novo ninho. Sem beleza natural e dotada de um vôo descompassado e sem graça ao redor de um ponto luminoso, as formas aladas dos cupins se mostram nos ambientes formando grandes nuvens, geralmente ao entardecer dos dias ensolarados em algumas épocas do ano. Todos os cupins são eussociais, possuindo castas estéreis (soldados e operários). Uma colônia típica é constituída de um casal reprodutor, rei e rainha, que se ocupa apenas de produzir ovos; de inúmeros operários, que executam todo o trabalho e alimentam as outras castas; e de soldados, que são responsáveis pela defesa da colônia. Os cupins vivem em sociedade altamente eficiente e organizada. Infelizmente esta organização e eficiência causam fortes danos.

Etapas do tratamento: Descupinização.

Inspeção do local;

Identificação do inseto;

Tratamento (técnica a ser adotada);

Selecionar produto;

Selecionar equipamentos;

Profilaxia;

Retirar núcleos/sub-núcleos;

Descupinização (Controle de Cupins);

Quando fala em descupinização estamos falando em investimento, quando for investe em serviço de controle de cupins, procure uma empresa que tenha conhecimentos técnico de alta qualidade, o que faz com que seus colaboradores tenham maior know-how, e obtenham os melhores resultados em suas atividades, nossa especialidade em técnica de aplicação e conhecimento das espécie de cupins é o diferencial entre as empresa do Brasil.

Ninfas: Após a eclosão dos ovos, são alimentadas com substância regurgitada pelos operários. Passam por uma série de estágios de crescimento.

Ovos: Milhares deles podem ser produzidos pela rainha a cada ano. São cuidados pelos operários.

Colonização: O casal recém-formado encontra um local apropriado para formar sua própria colônia como rei e rainha. O ciclo de vida dos cupins se repete quando a rainha começa a postura dos ovos que se tornam ninfas, soldados, operários ou reprodutores.

Rei e Rainha: Os mais importantes membros da colônia. As suas únicas funções são acasalamento e a postura dos ovos. Outros cupins alimentam e cuidam da rainha, que pode viver de 25 a 50 anos.

Casais: Após os curtos vôos, os siriris perdem suas asas e formam casais.

Siriris: Ocorre quando os reprodutores alado deixam a colônia. Operários os ajudam a percorrer o túnel até a saída. Não conseguem voar grandes distâncias e caem rapidamente no solo.

Reprodutores Alados: São siriris com órgãos sexuais desenvolvidos, asas e olhos funcionais.    Em certas condições ambientais esses cupins promovem a revoada, formando novas colônias e aumentando a infestação.

Operários: Estéreis e cegos buscam material celulósico para alimentar toda a colônia. São responsáveis por todo o trabalho na colônia.

Soldados: Em seu estágio final os soldados apresentam uma cabeça grande com fortes mandíbulas. São geneticamente programados para proteger a colônia contra ataques de inimigos, como as formigas.

Reprodutores de substituição: Substituirão a rainha em caso de morte ou subdivisão da colônia.

REVOADA DE CUPINS.

A revoada é conhecida pelo público em geral, principalmente na primavera e no verão (no início da estação das chuvas) quando há verdadeiras nuvens de cupins (siriris ou aleluias) voando em torno de pontos luminosos, e embora ainda seja inverno, este fenômeno é essencialmente sazonal, relacionado com as variações climáticas da região, principalmente calor e umidade relativa do ar. Outros fatores ambientais também podem influenciar, tais como, a época (ou a hora) da revoada, como luz, vento, pressão atmosférica, condições elétricas da atmosfera, entre outros. É difícil saber a real influência destes últimos fatores, por serem facilmente mascarados pelos mais óbvios. Há espécies que voam à tardinha, outras à noite. Geralmente, colônias da mesma espécie em um mesmo lugar revoam no mesmo dia e hora. Pode ocorrer êxodo de alados durante vários dias seguidos.  É durante a revoada que os pares se formam ou no vôo ou no solo. Já no solo, ocorre a perda das asas e o par inicia um comportamento chamado de “tandem”, quando um segue o outro o tocando no final do abdome, com antenas e palpos. O casal começa então a procurar um local favorável (que depende da espécie em questão), para iniciar um novo ninho – a fundação propriamente dita. Aí estabelecidos, ocorre à primeira cópula. O casal deverá ficar junto até o final da vida, mas pode ocorrer substituição, em caso de morte de um deles. Uma infestação de cupins pode ter origem da revoada. A sobrevivência deles e o sucesso na formação de um novo ninho irão depender da disponibilidade do abrigo. Os alados de cupins de madeira seca irão procurar por madeira para se abrigarem e formar a colônia.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA.

A maioria das espécies de cupins vive nas regiões tropicais e subtropicais, com algumas poucas se estendendo até latitudes mais elevadas, raramente além de 40o norte ou sul. Mais espécies de cupins podem ser encontradas num único hectare de floresta ou savana tropical do que em toda a Amerrica do Norte e Europa juntos. Cupins podem chegar facilmente ao nono andar de um prédio.

COMO SE PROTEGER DOS CUPINS.

Para identificar a existência de focos de cupim é necessário vistoriar os locais escuros e/ou úmidos. Tais como partes superiores de armários, porões, sótãos, onde se guardam produtos não freqüentemente manuseados, fazendo-se uma vistoria a cada três meses. Isso para que se possam tomar medidas preventivas ou de combates, amenizando os prejuízos ou a perda total de peças infestadas, quando se verifica a presença de pó granulado ou túneis que se estendem de um ponto para outro que estejam saindo de rodapés, portas, portais, bocais de luz, interruptores, lajes, rebaixamento de gesso, jardineiras, janelas e etc.

DANOS.

Estimativas feitas com o Coptotermes havilandi, nos Estados Unidos, indicam que uma colônia desta espécie, contendo cerca de 3 milhões de indivíduos, pode consumir madeira a uma taxa de 360 gramas por dia. Uma colônia madura de cupins subterrâneos desta espécie pode causar severos danos a uma estrutura em apenas três meses. Desta maneira é imprescindível que seja identificado o quanto antes uma infestação por cupim subterrâneo. O montante dos danos pode ser grande não apenas pelo tamanho da colônia que está atacando uma estrutura, mas também porque nada impede que duas ou mais colônias estejam infestando a mesma estrutura.

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